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ZAKHORIUM

Afirmação

Uma saída foi minimizar a revelação do Sinai como evento histórico e enfatizar seu efeito sobre a mente, como o Sinai é vivido, sentido e lembrado. Para o teólogo judeu alemão Franz Rosenzweig (1886 a 1929), a Bíblia registra algo genuíno, mas pouco importava se os israelitas cruzaram mesmo o Mar Vermelho como diz a narrativa, pois o evento talvez se devesse a um fenômeno climático raro; o crucial eram as percepções psicológico-espirituais, como sentir o nascimento como dádiva vinda de fora de si (o cerne da Criação) ou sentir-se comandado (a raiz da narrativa do Sinai).
Evidência documentadaCerteza alta✓ Verificado

Referências

  1. p. 56

    apoia · quadro · cap. 2

    Efron, Lehmann e Weitzman. The Jews: A History. 3ª edição. Nova York e Abingdon: Routledge, 2019.

    Seção: Modern Encounters With Mount Sinai

    Âncora de verificação registrada · conferida contra o texto da página

  2. p. 56

    apoia · quadro · cap. 2

    Efron, Lehmann e Weitzman. The Jews: A History. 3ª edição. Nova York e Abingdon: Routledge, 2019.

    Seção: Modern Encounters With Mount Sinai

    Âncora de verificação registrada · conferida contra o texto da página

Debate acadêmico

Como judeus modernos se relacionam com a revelação do Sinai?

4 posições · sem resposta única · sentar à mesa →

  1. A

    Revelação sem conteúdo verbal (Rosenzweig)

    Franz Rosenzweig

    A Bíblia registra algo genuíno, mas importa o que a experiência provoca, não se os fatos ocorreram: todas as palavras da Torá são humanas, e ler a Torá é um encontro com Deus.

  2. B

    O Holocausto como segunda revelação (Fackenheim)

    Emil Fackenheim

    O Holocausto ameaçou destruir a fé em Deus, mas também impôs a ordem de permanecer fiel à aliança do Sinai, negando a Hitler uma vitória póstuma.

  3. C

    Mulheres como parceiras plenas da revelação (Plaskow)

    Judith Plaskow

    Recorrendo ao midrash como precedente, a teóloga reimagina o Sinai afastando a descrição masculina de Deus e incluindo as mulheres plenamente.

  4. D

    Os esforços são irrelevantes

    Judeus religiosos que não reconhecem a pesquisa e judeus seculares

    Alguns não reconhecem os desafios da pesquisa moderna; outros não veem sentido em salvar o que tomam por mito.