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ZAKHORIUM

Data

1933d.C.

1933

No primeiro dia de abril, o regime expôs lojas judaicas e rompeu a confiança de judeus patriotas.

Antissemitismo e perseguiçãoHistória política52.5238°N 13.3996°E
1950
O Holocausto: cada barra é um evento do período; em coral, este.

Narrativa com fontes

Cada bloco é uma afirmação verificável. O número abre a página citada; blocos em âmbar ou coral sinalizam tradição ou interpretação contestada.

17 afirmações

01Evidências e contexto

03

O ataque estatal aos judeus alemães começou quando Hitler se tornou chanceler em 30 de janeiro de 1933.

01

Em 1º de abril de 1933, os nazistas lideraram um boicote a lojas e negócios de propriedade judaica.

04

Às dez da manhã, agressores vigiaram comércios judeus com cartazes pedindo que não se comprasse de judeus.

05

Em 4 de abril de 1933, o líder sionista Robert Welsch respondeu às estrelas de Davi pintadas no dia do boicote com a manchete "O distintivo amarelo, porte-o com orgulho!"; o decreto nazista do distintivo veio anos depois.

06

Edwin Landau, judeu prussiano de 43 anos, não conseguia crer que o boicote ocorresse no século XX.

02

Landau sentiu que a Alemanha, que amara, tornara-se inimiga, e envergonhou-se de ter pertencido àquele povo.

07

Na sexta-feira anterior ao boicote, Landau chorou no jantar de shabat ao se despedir de sua germanidade.

08

No dia do boicote, Goebbels declarou que o ano de 1789 estava erradicado da história.

09

No início, judeus iam para campos muitas vezes por serem socialistas, não por serem judeus, e alguns eram soltos após declarar bom tratamento.

10

Pesquisas recentes apontam cerca de 30 mil campos de trabalho escravo, 980 campos de concentração, seis de extermínio e mil de prisioneiros de guerra.

11

A política antijudaica seguiu duas vias: violência local das SA e perseguição mais discreta de funcionários conservadores.

12

Depois da Noite dos Longos Punhais, o expurgo das SA em 1934, a campanha passou a ser dirigida cada vez mais de Berlim.

13

O decreto do distintivo amarelo veio primeiro para judeus poloneses acima de dez anos em 23 de novembro de 1939, e para judeus alemães em 1º de setembro de 1941.

14

Landau pertencia à Associação do Reich dos Soldados Judeus da Linha de Frente e, incomum no grupo, também era ortodoxo.

15

No cemitério, ele devolveu aos antepassados a germanidade de três gerações, e as lápides permaneceram mudas.

16

Leis menores, como a de 1938 que proibiu judeus de possuir armas, mostram o mesmo zelo aplicado a poucos indivíduos.

17

Em 4 de abril, a associação alemã de boxe excluiu todos os pugilistas judeus.

Contexto

03

O ataque estatal aos judeus alemães começou quando Hitler se tornou chanceler em 30 de janeiro de 1933.

04

Às dez da manhã, agressores vigiaram comércios judeus com cartazes pedindo que não se comprasse de judeus.

05

Em 4 de abril de 1933, o líder sionista Robert Welsch respondeu às estrelas de Davi pintadas no dia do boicote com a manchete "O distintivo amarelo, porte-o com orgulho!"; o decreto nazista do distintivo veio anos depois.

§ 01Geografia

Onde aconteceu

Coordenadas de gazetteers (Pleiades para lugares antigos; Natural Earth e Wikidata para os modernos) sobre geografia física moderna (Natural Earth). Litorais e o Mar Morto mudaram desde a Antiguidade.
▮ carregando geografia

§ 04Rede

Conexões

    § 05Bibliografia

    Para continuar

    • Marion A. Kaplan, Between Dignity and Despair: Jewish Life in Nazi Germany (New York: Oxford University Press, 1998).

      Vida judaica na Alemanha nazista · recomendado em Efron, Lehmann e Weitzman, p. 458

    § 06Aparato

    Fontes desta página

    1. 01Efron, Lehmann e Weitzman, p. 420inspecionar
    2. 02Efron, Lehmann e Weitzman, p. 421inspecionar
    3. 03Efron, Lehmann e Weitzman, p. 418inspecionar
    4. 04Efron, Lehmann e Weitzman, p. 420inspecionar
    5. 05Efron, Lehmann e Weitzman, p. 420inspecionar
    6. 06Efron, Lehmann e Weitzman, p. 420inspecionar
    7. 07Efron, Lehmann e Weitzman, p. 421inspecionar
    8. 08Efron, Lehmann e Weitzman, p. 421inspecionar
    9. 09Efron, Lehmann e Weitzman, p. 420inspecionar
    10. 10Efron, Lehmann e Weitzman, p. 420inspecionar
    11. 11Efron, Lehmann e Weitzman, p. 420inspecionar
    12. 12Efron, Lehmann e Weitzman, p. 420inspecionar
    13. 13Efron, Lehmann e Weitzman, p. 420inspecionar
    14. 14Efron, Lehmann e Weitzman, p. 421inspecionar
    15. 15Efron, Lehmann e Weitzman, p. 421inspecionar
    16. 16Efron, Lehmann e Weitzman, p. 421inspecionar
    17. 17Efron, Lehmann e Weitzman, p. 421inspecionar
    • Evidência documentadaAtestado por evidência da própria época: textos, inscrições, moedas, papiros ou arqueologia.
    • Reconstrução acadêmicaInferência dos historiadores a partir de evidência indireta.
    • Tradição ou narrativaRelato literário, tradicional ou religioso; importante em si, mas não verificado de forma independente.
    • Interpretação contestadaEstudiosos discordam explicitamente; veja as posições em debate.
    • Reconstrução ilustrativaHipótese ou esquema visual para orientar a leitura; não é afirmação histórica.