Narrativa com fontes
Cada bloco é uma afirmação verificável. O número abre a página citada; blocos em âmbar ou coral sinalizam tradição ou interpretação contestada.
16 afirmações
01Evidências e contexto
Safed tornou-se um novo centro de estudo judaico na Galileia otomana.
Isaac Luria viveu em Safed por menos de três anos antes de morrer aos 38.
No fim da década de 1560, Safed talvez tivesse 1.800 domicílios judaicos.
A conquista otomana de 1516 e 1517 incorporou Síria, Palestina e a Terra Santa judaica.
Safed atraiu conversos, sefarditas e judeus de muitas regiões após a conquista otomana.
O túmulo atribuído a Shimon bar Yohai em Meron atraía peregrinos desde o século XIV.
O Zohar, compilado na Espanha do século XIII, tornou-se a principal autoridade cabalística.
José Karo, místico e jurista, publicou o Shulhan Arukh em Veneza em 1565.
Os cabalistas de Safed cultivavam vigílias, luto pelo Templo e mortificação.
Como Luria não escreveu seus ensinamentos, Haim Vital foi seu principal transmissor.
O tikkun libertaria centelhas divinas presas na matéria e restauraria a unidade divina.
Na cabala luriana, cada mandamento cumprido com intenção correta podia promover a redenção.
A doutrina do gilgul explicava a transmigração de centelhas de almas até sua recomposição.
Filósofos como Saadia rejeitaram a transmigração, mas a cabala antiga a aceitara.
Místicos de Safed desenvolveram a recepção ritual da rainha do sábado.
O estudo durante toda a primeira noite de Shavuot também remonta a esse ambiente.
Contexto
No fim da década de 1560, Safed talvez tivesse 1.800 domicílios judaicos.
A conquista otomana de 1516 e 1517 incorporou Síria, Palestina e a Terra Santa judaica.
Safed atraiu conversos, sefarditas e judeus de muitas regiões após a conquista otomana.
O túmulo atribuído a Shimon bar Yohai em Meron atraía peregrinos desde o século XIV.
O Zohar, compilado na Espanha do século XIII, tornou-se a principal autoridade cabalística.
§ 01Geografia
Onde aconteceu
§ 02Museu
Objetos e imagens
§ 04Rede
Conexões
§ 05Bibliografia
Para continuar
Lawrence Fine, Physician of the Soul, Healer of the Cosmos: Isaac Luria and His Kabbalistic Fellowship (Stanford: Stanford University Press, 2003).
Isaac Luria e seu círculo · recomendado em Efron, Lehmann e Weitzman, p. 237
§ 06Aparato
Fontes desta página
- 01Efron, Lehmann e Weitzman, p. 221inspecionar
- 02Efron, Lehmann e Weitzman, p. 225inspecionar
- 03Efron, Lehmann e Weitzman, p. 225inspecionar
- 04Efron, Lehmann e Weitzman, p. 224inspecionar
- 05Efron, Lehmann e Weitzman, p. 221inspecionar
- 06Efron, Lehmann e Weitzman, p. 224inspecionar
- 07Efron, Lehmann e Weitzman, p. 225inspecionar
- 08Efron, Lehmann e Weitzman, p. 225inspecionar
- 09Efron, Lehmann e Weitzman, p. 225inspecionar
- 10Efron, Lehmann e Weitzman, p. 225inspecionar
- 11Efron, Lehmann e Weitzman, p. 225inspecionar
- 12Efron, Lehmann e Weitzman, p. 225inspecionar
- 13Efron, Lehmann e Weitzman, p. 226inspecionar
- 14Efron, Lehmann e Weitzman, p. 226inspecionar
- 15Efron, Lehmann e Weitzman, p. 226inspecionar
- 16Efron, Lehmann e Weitzman, p. 226inspecionar
- Evidência documentadaAtestado por evidência da própria época: textos, inscrições, moedas, papiros ou arqueologia.
- Reconstrução acadêmicaInferência dos historiadores a partir de evidência indireta.
- Tradição ou narrativaRelato literário, tradicional ou religioso; importante em si, mas não verificado de forma independente.
- Interpretação contestadaEstudiosos discordam explicitamente; veja as posições em debate.
- Reconstrução ilustrativaHipótese ou esquema visual para orientar a leitura; não é afirmação histórica.
